Clavis, Kryptus, Redbelt Security, Tempest e Conviso lideram a lista editorial da Citeo com 13 empresas brasileiras de cibersegurança, pontuadas por sinais públicos verificáveis: tempo de mercado, avaliações, certificações, cases nomeados e especialização.
As 13 empresas de cibersegurança do Brasil que se destacam nesta edição de outubro de 2026 são lideradas por Clavis, Kryptus e Redbelt Security. A lista é editorial e foi montada pela Citeo com uma régua pública de cinco sinais verificáveis: tempo de mercado, avaliações públicas de clientes, certificações e parcerias oficiais, cases com cliente nomeado e especialização clara em segurança. Nenhuma empresa pagou para entrar, e cada dado tem fonte citada no fim da página.
Quais são as melhores empresas de cibersegurança do Brasil em 2026?
A tabela resume a pontuação de cada empresa pela régua descrita na seção seguinte. A coluna "No mercado" mostra o tempo mínimo de atividade que conseguimos documentar em fonte pública (ano de fundação declarado, aniversário ou registro datado); "—" indica dado não encontrado nas fontes consultadas.
| # | Empresa | Sede | No mercado (registro público) | Especialidade | Pontos |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Clavis Segurança da Informação | Rio de Janeiro/RJ | 20+ anos | Serviços cibernéticos, monitoramento de ameaças, treinamento | 8 |
| 2 | Kryptus | — | desde 2020 | Criptografia, HSM, defesa cibernética | 8 |
| 3 | Redbelt Security | São Paulo/SP | desde 2017 | Serviços de segurança e nuvem | 5 |
| 4 | Tempest Security Intelligence | Recife/PE | desde 2021 | Inteligência de segurança, serviços gerenciados | 3 |
| 5 | Conviso Application Security | Curitiba/PR | — | Segurança de aplicações (AppSec) | 3 |
| 6 | ISH Tecnologia | Espírito Santo | — | Segurança digital, SOC, nuvem | 3 |
| 7 | TI Safe | Rio de Janeiro/RJ | — | Segurança cibernética industrial (OT) | 3 |
| 8 | Diazero Security | São Paulo/SP | — | Serviços gerenciados de segurança | 2 |
| 9 | E-Sec Segurança Digital | Brasília/DF | — | Segurança digital | 2 |
| 10 | Apura Cyber Intelligence | Brasília/DF | — | Inteligência contra ameaças, segurança ofensiva | 1 |
| 11 | IT4US Cyber Security | São Paulo/SP | — | SOC e operações de segurança | 1 |
| 12 | JC2SEC | São Paulo/SP | — | Consultoria e serviços de cibersegurança | 1 |
| 13 | NetSafe Corp | São Paulo/SP | — | Segurança da informação | 1 |
Como a lista foi feita?
Partimos de uma base de descoberta com dezenas de empresas de segurança em oito capitais e acrescentamos empresas brasileiras conhecidas do setor que apareceram em buscas. Só ficou na lista quem teve o trabalho em cibersegurança confirmado em resultados públicos (pentest, SOC, consultoria de segurança, resposta a incidentes, inteligência de ameaças, GRC ou criptografia). Empresas que hoje pertencem a grupos estrangeiros ou a grandes integradoras generalistas ficaram de fora desta edição.
Cada candidata recebeu pontos pela régua abaixo:
| Sinal | Pontos |
|---|---|
| Tempo de mercado | 1 ponto a cada 3 anos, máximo 5 |
| Avaliações públicas de clientes (Clutch, GoodFirms, Google) | 0 (não achou) · 1 (1–9) · 2 (10–29) · 3 (30+), com nota média ≥ 4,5; nota menor vale metade |
| Certificações e parcerias oficiais verificáveis | 1 por item, máximo 3 |
| Cases públicos com cliente nomeado | 0 · 1 (1–2) · 2 (3+) |
| Especialização clara na categoria | 0 ou 1 |
Regras de aplicação que vale conhecer:
- Tempo de mercado só pontua com evidência. Quando o ano de fundação não apareceu, usamos como piso o registro público datado mais antigo encontrado (por exemplo, uma notícia de 2017), nunca uma estimativa.
- Avaliações só contam com número visível. Algumas empresas têm páginas em plataformas de avaliação, mas, sem nota e quantidade visíveis, o sinal ficou zerado.
- Cases anônimos ("empresa do mercado financeiro") não contam como cliente nomeado, ainda que mostrem trabalho real.
- Empate é decidido pelo tempo de mercado; persistindo, pela ordem alfabética.
O que não entra na pontuação:
- pagamento de qualquer tipo, já que posições não são vendidas;
- tamanho, faturamento ou número de funcionários por si só;
- aportes de investidores, prêmios de clima organizacional e presença em eventos.
Limitações honestas: esta edição ainda não usa as avaliações verificadas da Citeo, porque os rankings oficiais dependem de um volume mínimo de avaliações que ainda está em formação. Empresas com pouca presença em notícias tendem a pontuar menos, mesmo que façam bom trabalho, e a régua não mede a qualidade técnica de um relatório de pentest ou o tempo de resposta de um SOC. Por isso, use a lista como ponto de partida para montar a lista curta, não como veredito. Qualquer empresa pode pedir correção de um dado ou entrar na próxima edição criando o perfil gratuito.
As 13 empresas, uma a uma
1. Clavis Segurança da Informação (Rio de Janeiro/RJ)
A Clavis atua como provedora de serviços cibernéticos e aparece em notícias por monitorar ameaças no governo federal e por levar soluções contra ataques a pequenas e médias empresas. Uma notícia registra que a empresa completou 20 anos de atuação, e em 2016 ela recebeu aporte que trouxe Embraer, Finep, BNDES e Desenvolve SP como sócios. Também mantém parceria com a EXIN em formação e certificação em segurança da informação. Faz sentido para órgãos públicos e empresas que buscam monitoramento contínuo, testes e capacitação de equipes. Avaliações públicas com número visível: não encontradas. Site: Clavis.
2. Kryptus (sede não informada nas fontes consultadas)
A Kryptus é especializada em criptografia e defesa cibernética, com destaque para HSMs (módulos de segurança de hardware). Os resultados mostram certificação ISO 27001, certificação NIST FIPS 140-2 e o reconhecimento de seu criptocomputador como item estratégico de defesa. Há clientes nomeados em notícias e cases: Ministério da Defesa, Montreal, Perto e o ITI, no contexto da ICP-Brasil. O registro datado mais antigo encontrado é de 2020, quando a empresa captou R$ 20 milhões de um fundo aeroespacial. Faz sentido para bancos, governo e empresas que precisam proteger chaves criptográficas. Avaliações públicas: não encontradas. Perfil público: Kryptus no Dealroom.
3. Redbelt Security (São Paulo/SP)
A Redbelt oferece serviços de segurança da informação e nuvem, e já aparecia em notícia de 2017 sobre o crescimento desse mercado. Há dois clientes nomeados em notícias: a Unimed, que reforçou a cibersegurança com a empresa, e a Rede Acadêmica de São Paulo, que adotou soluções Redbelt para proteger dados. A empresa também recebeu apoio da FAPESP para uma nova plataforma. Faz sentido para organizações de saúde, educação e empresas médias que buscam serviços gerenciados. Certificações e parcerias oficiais: não encontradas nos resultados. Avaliações públicas: não encontradas. Site: Redbelt Security.
4. Tempest Security Intelligence (Recife/PE)
A Tempest é uma das empresas de cibersegurança mais conhecidas do país, com atuação em inteligência de segurança, consultoria e serviços gerenciados, linha que ganhou nova opção anunciada em 2021. Recebeu investimento da Embraer, comprou a integradora EZ-Security e, segundo notícias recentes, passou a formar um novo grupo com a Vision. Aparece como parceira no diretório de parceiros da CyberArk. Faz sentido para grandes empresas e setores regulados que precisam de um fornecedor com amplitude de serviços. Cases com cliente nomeado: não encontrados nos resultados. Avaliações públicas: não encontradas. Site: Tempest.
5. Conviso Application Security (Curitiba/PR)
A Conviso é focada em segurança de aplicações: revisão de código, testes e uma plataforma de gestão de AppSec, listada no AWS Marketplace. É revenda exclusiva da N-Stalker no Brasil, comprou a Matrix Cyber Consulting e o Site Blindado, e abriu operação em São Paulo. Publica histórias de clientes, mas sem nomear as empresas (mercado financeiro, gestão financeira, programa de fidelidade), por isso o sinal de cases ficou zerado. Recebeu duas vezes o selo Great Place to Work. Faz sentido para empresas que desenvolvem software e querem segurança integrada ao ciclo de desenvolvimento. Site: Conviso.
6. ISH Tecnologia (Espírito Santo)
A ISH é uma empresa capixaba de segurança digital que combina serviços de SOC, nuvem e proteção de dados. Notícias registram faturamento de R$ 441 milhões, plano de abertura de capital, unidade em Curitiba e expansão para os Estados Unidos. Foi o primeiro canal da RSA no Espírito Santo e tem cliente nomeado em notícia: o Prodest, órgão de tecnologia do governo capixaba. Faz sentido para empresas e governos que buscam um fornecedor de grande porte com operação nacional. Ano de fundação e avaliações públicas: não informados nos resultados consultados. Site: ISH Tecnologia.
7. TI Safe (Rio de Janeiro/RJ)
A TI Safe é especializada em segurança cibernética para ambientes industriais e de automação (OT), área em que redes de produção, energia e petróleo exigem cuidados próprios. Os resultados mostram parcerias oficiais com a Siemens e com a Nozomi Networks para levar soluções de segurança industrial a clientes no Brasil e em Portugal. Faz sentido para indústrias, empresas de energia e infraestrutura crítica que precisam proteger sistemas de controle. Cases com cliente nomeado e avaliações públicas: não encontrados nos resultados. Ano de fundação: não informado. Site: TI Safe.
8. Diazero Security (São Paulo/SP)
A Diazero oferece serviços gerenciados de segurança e tem página de avaliações no Gartner Peer Insights, embora sem nota e quantidade visíveis nos resultados consultados. Firmou parceria com a Wazuh, plataforma aberta de detecção e resposta, e seu CEO aparece em entrevistas sobre golpes digitais. Faz sentido para empresas médias que querem terceirizar monitoramento e resposta sem montar um SOC próprio. Cases com cliente nomeado: não encontrados. Ano de fundação: não informado. Site: Diazero Security.
9. E-Sec Segurança Digital (Brasília/DF)
A E-Sec atua em segurança digital a partir de Brasília e é tema de um case publicado pela Kaspersky, que descreve o trabalho da empresa para levar proteção a uma base ampla de usuários. Esse case foi contado como parceria verificável. Faz sentido para organizações do Distrito Federal e do setor público que buscam um fornecedor local de segurança. Outros cases nomeados, ano de fundação e avaliações públicas: não informados nos resultados consultados. Site: E-Sec.
10. Apura Cyber Intelligence (Brasília/DF)
A Apura trabalha com inteligência contra ameaças cibernéticas e mantém a plataforma BTTng, que tem integração documentada com outras ferramentas de segurança. Notícias registram a chegada de líderes de inteligência contra ameaças, de segurança ofensiva e de canais globais. Faz sentido para equipes de segurança que precisam monitorar vazamentos, fraudes e menções à marca em fontes abertas e fechadas. Certificações, cases com cliente nomeado, ano de fundação e avaliações públicas: não informados nos resultados consultados. Site: Apura.
11. IT4US Cyber Security (São Paulo/SP)
A IT4US atua em operações de segurança, com vagas públicas para analistas de SOC, SecOps, consultores de segurança e especialistas em IBM QRadar, o que confirma o foco em monitoramento e resposta. Faz sentido para empresas que buscam SOC terceirizado ou apoio na operação de ferramentas de SIEM. Certificações e parcerias oficiais, cases com cliente nomeado, ano de fundação e avaliações públicas: não informados nos resultados consultados. Site: IT4US.
12. JC2SEC (São Paulo/SP)
A JC2SEC é a nova identidade de marca da JCAdvisor, empresa de consultoria e serviços em cibersegurança, e tem reforçado a área comercial com nova diretoria. Faz sentido para empresas que procuram consultoria de segurança com atendimento próximo e escopo ajustado ao porte. Certificações e parcerias oficiais, cases com cliente nomeado, ano de fundação e avaliações públicas: não informados nos resultados consultados. Vale pedir à empresa referências de projetos parecidos com o seu. Site: JC2SEC.
13. NetSafe Corp (São Paulo/SP)
A NetSafe Corp atua em segurança da informação em São Paulo, aparece em listas de empresas de cibersegurança do Brasil e em notícias sobre a chegada de um novo diretor comercial. Também tem perfil de parceiro de canal em diretório do setor. Faz sentido para empresas que buscam um fornecedor paulista para projetos de segurança de rede e infraestrutura. Certificações oficiais, cases com cliente nomeado, ano de fundação e avaliações públicas: não informados nos resultados consultados. Site: NetSafe Corp.
Como escolher entre elas?
A pontuação ajuda a montar a lista curta, mas a escolha depende do problema que você precisa resolver. Alguns critérios práticos:
- Defina a categoria de serviço antes de pedir propostas: pentest, SOC, segurança de aplicações, segurança industrial, criptografia ou adequação à LGPD. As empresas desta lista têm focos bem diferentes.
- Peça um relatório de exemplo, com dados anonimizados. Ele mostra mais sobre o método do que qualquer apresentação comercial.
- Confira certificações da empresa e da equipe, como ISO 27001 e credenciais técnicas dos profissionais que vão atuar no seu projeto.
- Pergunte por clientes do seu setor e peça para falar com pelo menos um deles.
- Exija cláusulas de confidencialidade, regras de escopo e um plano de comunicação para quando uma falha grave for encontrada.
- Compare de três a cinco propostas com o mesmo escopo; preço só faz sentido entre propostas equivalentes.
O passo a passo completo está no guia para contratar uma empresa de cibersegurança. Se a sua dúvida é sobre certificação, veja o que é a ISO 27001 e como se certificar. Os critérios gerais de avaliação da Citeo estão em /metodologia.
Próximo passo
Para compradores: compare perfis em empresas e acompanhe os rankings, que passam a refletir as avaliações verificadas à medida que elas chegam. Para empresas de cibersegurança que não estão na lista ou que querem corrigir um dado: crie ou reivindique o perfil gratuito. A próxima edição considera também as avaliações verificadas da Citeo.
Fontes
- Clavis — notícia sobre 20 anos de atuação — tempo de atuação
- Clavis — Baguete: monitoramento de ameaças no governo federal — cliente nomeado
- Clavis — TI Inside: aporte com Embraer, Finep, BNDES e Desenvolve SP (2016) — registro datado
- Clavis — EXIN — parceria
- Clavis — Brazil Journal: solução para PMEs — especialidade
- Kryptus — Baguete: ISO 27001 — certificação
- Kryptus — Defesa Aérea & Naval: certificação NIST FIPS 140-2 — certificação
- Kryptus — Baguete: criptocomputador vira item estratégico da defesa — reconhecimento oficial
- Kryptus — Baguete: Ministério da Defesa — cliente nomeado
- Kryptus — Baguete: Montreal adota HSM — cliente nomeado
- Kryptus — Baguete: Perto adquire HSM — cliente nomeado
- Kryptus — Case ITI e ICP-Brasil — cliente nomeado
- Kryptus — Baguete: captação de R$ 20 milhões (2020) — registro datado
- Redbelt — TI Inside: serviços de segurança e nuvem (2017) — registro datado
- Redbelt — Baguete: Unimed reforça cibersegurança — cliente nomeado
- Redbelt — IT Forum: Rede Acadêmica de São Paulo — cliente nomeado
- Redbelt — Baguete: apoio da FAPESP — contexto
- Tempest — página institucional — especialidade
- Tempest — TI Inside: serviços gerenciados (2021) — registro datado
- Tempest — CyberArk Partner Finder — parceria
- Tempest — Brazil Journal: investimento da Embraer — contexto
- Tempest — Fusões & Aquisições: compra da EZ-Security — contexto
- Tempest — Baguete: Vision e Tempest — contexto
- Conviso — AWS Marketplace — listagem oficial
- Conviso — Baguete: revenda exclusiva da N-Stalker — parceria
- Conviso — histórias de clientes — cases anonimizados
- Conviso — compra da Matrix Cyber Consulting — contexto
- Conviso — Great Place to Work no Paraná — sede no Paraná
- ISH — Startups: IPO da segurança digital capixaba — sede e especialidade
- ISH — Baguete: faturamento de R$ 441 milhões — porte
- ISH — Baguete: primeiro canal da RSA no Espírito Santo — parceria
- ISH — Baguete: Prodest — cliente nomeado
- TI Safe — DCD: parceria com a Siemens — parceria
- TI Safe — Nozomi Networks — parceria
- Diazero — parceria com a Wazuh — parceria
- Diazero — Gartner Peer Insights — especialidade
- E-Sec — case Kaspersky — parceria
- Apura — Baguete: líder de inteligência contra ameaças — especialidade
- Apura — Baguete: líder de segurança ofensiva — especialidade
- IT4US — vaga de analista SOC — especialidade
- IT4US — vaga de infraestrutura de segurança com IBM QRadar — especialidade
- JC2SEC — DPL News: nova identidade de marca — especialidade
- JC2SEC — Baguete: nova diretora comercial — contexto
- Kryptus — perfil no Dealroom — perfil da empresa
- NetSafe Corp — site oficial — especialidade
- NetSafe Corp — Baguete: novo diretor comercial — contexto
Compare nota, avaliações verificadas e score, e fale direto com a empresa pela Citeo.
Perguntas frequentes
Qual é a melhor empresa de cibersegurança do Brasil?
Não existe uma única melhor para todos os casos. Nesta edição, Clavis e Kryptus ficaram com a maior pontuação pela régua pública da Citeo, seguidas pela Redbelt Security. A empresa certa depende do serviço que você precisa, do seu setor e do porte do projeto.
Como a Citeo escolheu as empresas desta lista?
Partimos de uma base de descoberta de empresas de segurança em oito capitais e acrescentamos empresas brasileiras conhecidas do setor. Só entrou quem teve atuação em cibersegurança confirmada em fontes públicas, e cada uma foi pontuada por cinco sinais: tempo de mercado, avaliações públicas, certificações e parcerias, cases com cliente nomeado e especialização.
Alguma empresa pagou para aparecer?
Não. Nenhuma empresa pagou para entrar ou para subir de posição, e as posições da Citeo não são vendidas. A ordem resulta só da pontuação pela régua publicada nesta página.
Minha empresa não está na lista. Como entrar?
Crie ou reivindique o perfil gratuito em [/cadastro](/cadastro) e mantenha certificações, cases e dados de fundação atualizados. A próxima edição considera esses dados e também as avaliações verificadas da Citeo. Pedidos de correção de dados publicados também são aceitos.
Pentest ou SOC: qual contratar primeiro?
Depende da maturidade. O pentest mostra as falhas exploráveis em um momento específico e costuma ser o primeiro passo para quem nunca testou seus sistemas. O SOC faz sentido quando há operação crítica funcionando o tempo todo e nenhuma equipe interna para monitorar alertas.
Quanto tempo leva um pentest?
O prazo varia de alguns dias a algumas semanas, mais o tempo de elaboração do relatório. Ele depende do escopo, do número de sistemas e do tipo de teste, por isso vale pedir o cronograma por escrito na proposta.