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Lovable, Bolt e vibe coding: quando a IA basta e quando contratar uma software house

Resposta rápida

Lovable, Bolt e v0 bastam para protótipos, MVPs de validação e telas internas sem dados sensíveis. Quando o sistema guarda dados pessoais, integra com ERP, precisa escalar ou ser mantido por anos, leve o protótipo a uma software house para revisar e assumir.

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Perguntas frequentes

O que é o Lovable?

É uma plataforma que gera aplicações web a partir de pedidos escritos em linguagem natural, com telas, banco de dados e login. Serve bem para protótipos e MVPs. Para uso em produção com dados reais, o código precisa de revisão técnica de segurança e arquitetura.

Dá para colocar em produção um app feito no Lovable ou no Bolt?

Dá, mas não sem revisão. Os incidentes públicos mostram falhas de regras de acesso ao banco em apps gerados por IA. Antes de abrir para clientes, peça uma revisão de código e um teste de segurança, e garanta que o código esteja em um repositório da empresa.

O código gerado por essas ferramentas é da minha empresa?

Depende dos termos de uso de cada ferramenta e de quem criou a conta. Na prática, mantenha o projeto em conta corporativa e sincronize o código com um repositório da empresa. Se uma software house assumir, o contrato deve prever a cessão do que ela desenvolver.

Uma software house pode aproveitar o protótipo feito com IA?

Pode. Às vezes o código é aproveitado com ajustes; em outros casos, o protótipo vira especificação e o sistema é reescrito. Peça a avaliação técnica por escrito, com os motivos da recomendação.

Vibe coding substitui desenvolvedores?

Não para sistemas críticos. A IA acelera a escrita de código, mas o estudo da Veracode encontrou vulnerabilidades em 45% das tarefas testadas. Alguém precisa entender, testar e responder pelo que vai para produção.

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