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Software houses brasileiras no exterior: como vender nearshore para EUA e Europa

Resposta rápida

Para vender nearshore, a software house brasileira precisa escolher um mercado e um nicho, usar a sobreposição de fuso como argumento, ter site e cases em inglês, apresentar provas de segurança como ISO 27001 ou SOC 2 e resolver contrato, faturamento e câmbio antes do primeiro cliente.

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Perguntas frequentes

Qual a diferença entre nearshore e offshore?

Nearshore é a terceirização para um país com fuso horário próximo, o que permite trabalho em tempo real com o cliente. Offshore costuma envolver diferenças grandes de horário e mais trabalho assíncrono. Para clientes dos EUA, o Brasil se encaixa como nearshore pela pequena diferença de fuso com a costa leste.

Preciso de SOC 2 para vender para empresas americanas?

Não é obrigatório por lei para todos os casos, mas clientes corporativos frequentemente pedem o relatório em avaliações de fornecedores. Sem ele, espere questionários de segurança detalhados. A ISO/IEC 27001 também é reconhecida e pode atender parte dessas exigências, dependendo do cliente.

É melhor começar pelos EUA ou pela Europa?

Depende do idioma da equipe, dos relacionamentos existentes e do nicho. A costa leste dos EUA oferece maior sobreposição de horário. Portugal permite começar em português, mas com diferença de fuso maior.

Como receber pagamentos de clientes no exterior?

Defina a moeda do contrato, a forma de recebimento e quem assume a variação cambial. As regras de câmbio e a tributação da exportação de serviços têm particularidades. Converse com o contador e com o banco antes de enviar a primeira proposta.

Clientes estrangeiros usam diretórios para escolher fornecedores?

Muitos usam diretórios e plataformas de avaliação para montar a lista curta e conferir referências. Ter perfis completos e avaliações de clientes reais em fontes independentes ajuda o comprador a confirmar o que a empresa diz no próprio site.

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