Segurança

MFA e gestão de acessos: guia prático para pequenas e médias empresas

Resposta rápida

MFA, a autenticação multifator, exige mais de uma prova de identidade para entrar em um sistema, como senha e um código ou chave física. Para PMEs, o caminho prático é ativar MFA nas contas críticas primeiro, padronizar quem acessa o quê e revisar acessos sempre que alguém entra, muda de função ou sai.

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Perguntas frequentes

MFA por SMS ainda vale a pena?

Vale mais do que não ter MFA nenhum. Mas códigos por SMS podem ser interceptados ou entregues a sites falsos, então não são a melhor opção para contas críticas. Para administradores e finanças, prefira chaves físicas ou passkeys.

Qual a diferença entre MFA e verificação em duas etapas?

Na prática do dia a dia, os termos são usados como sinônimos. Tecnicamente, MFA pressupõe fatores de tipos diferentes, como senha e celular. O que importa para a empresa é que o segundo fator seja independente da senha.

O MFA atrapalha a produtividade?

Exige alguns segundos a mais no login, e o impacto diminui com login único e dispositivos confiáveis. O custo de uma conta invadida, como fraude, parada ou vazamento, costuma ser muito maior do que o atrito do segundo fator.

Preciso de ferramenta paga para gestão de acessos?

Para começar, não. Uma planilha de sistemas e donos, contas nominais, MFA nas contas críticas e um checklist de entrada e saída já resolvem boa parte dos problemas. Ferramentas de identidade passam a compensar quando o número de pessoas e sistemas cresce.

O que fazer quando um funcionário sai da empresa?

Desative as contas no mesmo dia, revogue sessões ativas, remova dispositivos de MFA vinculados, troque senhas compartilhadas que ele conhecia e transfira a propriedade de arquivos. Ter isso em um checklist evita esquecimentos.

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