Retrospectiva 2017 · Segurança

Em 2017, CVM e Banco Central alertaram para riscos de ICOs e moedas virtuais no Brasil

Resposta rápida

Em outubro de 2017, a CVM avisou que ofertas iniciais de moedas virtuais (ICOs) podiam ser ofertas de valores mobiliários e estariam sujeitas a sanções se irregulares. Em novembro, o Banco Central alertou que moedas virtuais não têm garantia de autoridade monetária e podem levar à perda total do capital.

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Perguntas frequentes

O que a CVM disse sobre ICOs em 2017?

Em outubro de 2017, a CVM avisou que ICOs podiam configurar ofertas de valores mobiliários e que, nesse caso, ofertas sem cumprir a regulação seriam irregulares e sujeitas a sanções. A autarquia informou que nenhuma ICO havia sido registrada ou dispensada de registro no Brasil.

O que o Banco Central disse sobre moedas virtuais em 2017?

Em 16 de novembro de 2017, o Banco Central alertou que moedas virtuais não são emitidas nem garantidas por autoridade monetária, não têm garantia de conversão em moeda oficial nem lastro em ativos reais, e que a compra para especulação pode levar à perda total do capital.

Quais riscos das ICOs foram apontados pela CVM?

A CVM citou riscos de fraude, pirâmides financeiras, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, ataques cibernéticos, volatilidade e liquidez, entre outros.

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