Retrospectiva 2016 · Segurança

A CPI dos Crimes Cibernéticos de 2016 e as propostas que mexiam no Marco Civil

Resposta rápida

Em março de 2016, o relatório final da CPI dos Crimes Cibernéticos da Câmara propôs tratar o endereço IP como dado cadastral, obrigar plataformas a impedir conteúdo similar ao removido e permitir bloqueio de sites. O CGI.br criticou os pontos e alertou para o risco de fragmentação da rede.

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Perguntas frequentes

O que foi a CPI dos Crimes Cibernéticos?

Foi uma comissão parlamentar de inquérito da Câmara dos Deputados cujo relatório final, divulgado em 30 de março de 2016, propôs mudanças no Marco Civil da Internet e em outras leis, como tratar o IP como dado cadastral e permitir bloqueio de sites e aplicativos.

Por que o CGI.br criticou o relatório da CPI?

Em nota de 6 de abril de 2016, o CGI.br afirmou que as propostas usavam termos imprecisos, poderiam levar a censura prévia, ignoravam o funcionamento técnico dos endereços IP e criavam uma exceção à neutralidade de rede sem critério técnico.

A CPI propôs bloquear aplicativos como o WhatsApp?

Uma nota de sub-relatores da CPI, de 30 de abril de 2016, propôs o bloqueio amplo de sites e aplicativos sem representação no Brasil dedicados principalmente a determinados crimes. O CGI.br citou o WhatsApp como exemplo de aplicação que poderia ser afetada e classificou o bloqueio integral como medida extrema.

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